Brasileiro diz que UFC decidiu substituí-lo por falta de tempo para seguir novas regras da NSAC e que lhe prometeu vencedor entre Weidman e Lyoto.
Weidman e Machida (Foto: Rodrigo Malinverni)
O POR QUE DA DECISÃO:
O lutador brasileiro Vitor Belfort se pronunciou no início da tarde desta sexta-feira sobre sua saída do UFC 173. O carioca, que desafiaria o americano Chris Weidman
pelo cinturão dos pesos-médios do Ultimate no evento de 24 de maio em
Las Vegas, afirmou em comunicado publicado nas redes sociais que não
desistiu da luta, apenas desistiu de usar a terapia de reposição de
testosterona (TRT), banida pela Comissão Atlética do Estado de Nevada,
entidade que regulamenta eventos de luta na cidade, na quinta-feira.
Belfort disse ter sido "obrigado" a desistir da luta pelo UFC por não
haver tempo hábil de ele se adequar às novas regras da NSAC. Além disso,
contou ter uma promessa do Ultimate de que enfrentará o vencedor entre
Chris Weidman e Lyoto Machida, seu substituto no UFC 173.
"VITOR BELFORT NÃO DESISTIU DA LUTA, FOI OBRIGADO A DESISTIR".
“Nunca desisti de lutar no UFC 173 e nunca falei isso. Portanto, toda
informação publicada em qualquer veículo de comunicação anunciando isso
não é verdadeira.
O que anunciei foi que estarei "desistindo do TRT" e não "desistindo da luta" para continuar o meu sonho de lutar.
O UFC decidiu colocar outro oponente em meu lugar pelo fato de eu não
ter tempo hábil de me adequar às novas regras da NSAC. Segundo o UFC,
enfrentarei o vencedor de 'Weidman vs Lyoto' dentro dos novos
regulamentos de todas as Comissões Atléticas.
Lamento que isso tenha acontecido, e agradeço a força e compreensão de
todos os fãs, patrocinadores, UFC e as próprias comissões atléticas.
Vitor Belfort".
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